| JUNTOS: SOMOS MELHORES! |
| Dom, 22 de Janeiro de 2012 08:23 | |||
Conheci o irmão Alfredo, logo que me mudei para Blumenau. Mas só após algum tempo pude conhecê-lo melhor. Conheci a sua bravura, sua sabedoria, inteligência e a sua intolerância com o pecado, quando era cometido por ele e a sua compreensão, quando se tratava de falhas cometidas por outras pessoas. Tenho certeza que Deus pretendia mostrar-se em todo o seu brilho quando criou o Irmão Alfredo. Ele tinha muitas limitações físicas, não teve qualquer formação acadêmica, não frequentou a escola do vilarejo onde nasceu, por mais de dois anos; Ele lia com tremenda dificuldade não porque lhe faltasse formação, mas porque tinha sério problema de vista. Tinha profunda lucidez ao interpretar os acontecimentos do seu tempo. Ele era casado com a irmã Filomena, uma senhora bonita, que tinha um coração acolhedor e, sobretudo, uma vida temente e obediente a Deus. Mas um dia acordou e percebeu que Filomena havia deixado a casa, sua família, sua igreja, para viver uma aventura “amorosa”. Filomena era a sua vida, sua paixão, o seu grande amor e, de repente, se tornara em grande frustração, decepção. O presente de Deus tornara-se o maior golpe que “satanás” poderia aplicar para destruir uma família. Repito: “Tenho certeza que Deus pretendia mostrar-se em todo seu brilho quando criou o irmão Alfredo”, e acrescento, permitiu que ele se casasse com a irmã Filomena e com ela tivesse filhos e por causa dela, pudesse sofrer o que sofreu. Alfredo conheceu a Deus, fez a sua vontade e, por isso, teve de volta a sua querida Filomena, com mais dois lindos filhos. Sempre que me lembro do irmão Alfredo, penso na dor e no supremo desespero que ele suportou enquanto sua vida e a sua família fora, literalmente destruída. E me pergunto como aquele homem conseguiu superar o rancor. “POUCAS PESSOAS CONSEGUEM SER DUAS VEZES HERÓIS NA VIDA”. Quando lhe perguntei como conseguira refazer a sua vida, ele me respondeu: “Temos que continuar servindo uns aos outros, e desejei perdoar as pessoas que causaram a maior tragédia em minha vida. E assim me libertei do ódio e da amargura. “ACREDITO QUE A FELICIDADE ESTÁ EM EXPERIMENTAR A DEUS E VIVER, SEGUNDO A SUA VONTADE”. E EU GLORIFICO a Deus por ter tido o privilégio de conhecer Alfredo e toda a sua família, já redimida pelo poder do sangue de Jesus. Do seu irmão, pastor e amigo.
Eliezer Lourenço da Silva.
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